URGENTE

SML envia relatório de licitações de medicamentos à vereadora Cristiane Lopes



Atendendo a solicitação da vereadora Cristiane Lopes (PP), a Superintendência Municipal de Licitações (SML), encaminhou ao gabinete, um relatório que detalha o processo de compras dos medicamentos que deveriam estar nas Unidades de Saúde da Família e Prontos Atendimentos da Capital. Entre outros dados, esse relatório mostra que algumas medicamentos tiveram o processo “desertado”, que significa que não recebeu nenhuma proposta de fornecedor; ou "fracassado", onde as propostas não puderam ser aceitas por problemas em documentos, valores, entre outros. Nesses casos, os processos retornam à Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) para ser reiniciado. São 42 medicamentos neste relatório que estão aguardando a autuação de novo processo, entre eles, estão: Acetazolamida, popularizado com o nome comercial de DIAMOX, Ácido Tranexâmico e Aminofilina.

“Agora precisamos entender porque a SEMUSA está demorando tanto para reiniciar os processos de medicamentos que são considerados necessários, principalmente para os Prontos Atendimentos, em situação de urgência e emergência. Há quase dois anos que a população reclama da falta de medicamentos. Muitas pessoas estão sofrendo por falta disso”, afirma Cristiane Lopes.


A parlamentar irá procurar a Secretaria de Saúde para solicitar os relatório de como está o processo de compra desses medicamentos por parte da SEMUSA. “Vou procurar a secretaria para entender onde está o problema. Quero ver essa situação resolvida, para que o caos na nossa saúde seja amenizado”, ressalta.


Cristiane Lopes também está em contato com profissionais da área de licitação que junto com a assessoria jurídica estão dando o suporte necessário para a análise de toda a documentação. “Vamos analisar toda essa documentação e entender onde está o problema. Pois não aguento mais chegar na secretaria e o secretário me dizer que o problema está na SML e vice-versa. Eu estou buscando entender onde estão os problemas para que sejam resolvidos. E isso o Executivo já deveria ter feito”, reforça.

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